A EVOLUÇÃO DOS CARIMBOS

Aulas de Matemática raramente são divertidas e empolgantes, e consequen-temente, vários são os alunos que se quer copiavam a lição.

A solução encontrada foi utilizar um carimbo, as lições realizadas seriam carimbadas e ao final do bimestre tais carimbos seriam convertidos em nota, mas um carimbo para cada lição feita não foi o suficiente, e os alunos começaram a reivindicar que só fariam tais lições caso recebesse vários carimbos por isso.

Como resultado, ao final do bimestre cada aluno de cada sala de aula possuía aproximadamente

150 a 200 carimbos, e o coitado do professor levava por volta de 10 dias para contá-los...

Em 2015, o professor de História (MARCELO) e o professor de TCR (HUGO) estavam trabalhando com a história do dinheiro e

notícias do mercado financeiro e me convidaram para participar com a matemática financeira.

Então surgiu a ideia de transformar os carimbos em cédulas, assim eu participaria do projeto em questão ao  mesmo tempo em que resolveria o problema da contagem dos carimbos .

Não foi preciso ensinar nada, o simples contato com o dinheiro estimulou os alunos a pesquisarem sobre juros, investimentos,  movimentações financeiras etc. Em contra partida, desde os primórdios dos tempos, o dinheiro (ainda que falso) está intrinsecamente atrelado ao poder, e este, por sua vez, desperta o que há de

pior no ser humano, com isto, uma onda de alunos começaram a conspirar, tramar e a furtar sorrateiramente outros alunos, uma série de medidas foram tomadas, mas a criatividade para fazer o mal é imensurável.

Neste contexto surgem os BITMATs ou criptocarimbos, ou ainda, carimbos virtuais, que visam não somente eliminar as fraudes como também introduzir os alunos nas novas tendências do mercado financeiro, que são as criptomoedas e a desmaterialização do dinheiro, tais como os famosos bitcoins!

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